Mais do que um apartamento: uma estrutura pensada para uso flexível, renda acima da média e hospitalidade superior. Modelo validado, unidade em operação, oportunidade atual à venda.
O primeiro hóspede do ASU 1 gostou tanto do modelo que abriu a própria unidade — o ASU 2. A melhor validação possível: quem viveu por dentro quis replicar.
Você visita Assunção com frequência e quer uma base real — com escritório de verdade, direito de sublocar e sem pagar quando não está na cidade.
Entender o modeloVocê quer renda passiva em dólar, sem gestão, sem vacância. Contrato de 3 anos, retorno bruto de 8,74% ao ano e um ativo acima da média do mercado.
Ver a oportunidade atualVocê tem um apartamento sem móveis e quer vender. A gente paga 25% acima do mercado, cuida de tudo e ainda facilita a venda com um contrato que valoriza o imóvel.
Entender a propostaQuem visita Assunção a trabalho não quer hotel. Não quer Airbnb genérico com internet instável e mesa improvisada. Quer um lugar que funcione — escritório real, conforto real, sem stress operacional.
E quem fica semanas ou meses não quer pagar aluguel cheio quando não está na cidade. O produto que resolve isso simplesmente não existia.
Buscamos apartamentos sem móveis cujos proprietários querem vender. Negociamos autorização de sublocação e pagamos 25% acima do mercado.
Desenvolvemos o projeto de mobília e montamos um escritório profissional em cada unidade. O escritório não é opcional — é o que define a marca.
O operador assina contrato de 36 meses com direito de sublocação. Empresa parceira especializada gerencia tudo por 15% da receita bruta.
O operador tem base real. O investidor tem renda garantida. O proprietário tem liquidez e renda acima do mercado.
Entender quem usa sustenta o racional econômico de todo o modelo.
Trabalha entre países, precisa de escritório real, não de coworking.
Visita Assunção com frequência para negócios, quer base própria.
Está estruturando vida ou operação em Assunção, precisa de conforto real por semanas ou meses.
Esse público paga mais porque o produto entrega mais. E é exatamente isso que sustenta o prêmio do operador, do investidor e do proprietário.
Fotos reais. Nenhum render. O ASU 1 é nossa primeira unidade — já operando, já gerando renda.
O custo de implementação parte de USD 250/m². A receita da sublocação varia por imóvel.
O operador tem direito contratual de sublocar o apartamento quando não está usando. A empresa parceira gerencia hóspedes, limpeza, plataformas e comunicação por 15% da receita bruta. O operador não precisa fazer nada.
Cada unidade passa por projeto de mobília e montagem de escritório antes de ser entregue ao operador. O ASU 1 já está em operação. Novas unidades são estruturadas antes da entrega.
O investidor compra o imóvel e recebe o aluguel contratado mensalmente — independente da ocupação. O risco da sublocação é do operador, não do investidor.
Uma empresa parceira especializada cuida de toda a operação — hóspedes, check-in, limpeza, plataformas. O operador e o investidor não precisam se envolver.
O contrato é registrável em cartório no Paraguai com publicidade erga omnes. Isso significa que ele é válido mesmo se o imóvel for vendido — o novo proprietário herda o contrato integralmente.
Apartamentos sem móveis cujos proprietários têm interesse em venda. Qualquer tamanho, desde que o perfil seja compatível com a marca.
Não. O The Workspace tem critérios de seleção. O imóvel precisa ter perfil adequado para o público que o produto atende — profissionais e executivos que precisam de base funcional em Assunção.
O operador pode renovar, encerrar ou negociar novas condições. Os móveis são dele — pode vender, levar ou deixar para o próximo operador. A multa por rescisão antecipada é de 3 aluguéis, válida para ambos os lados.
Fale com a gente. Uma conversa para entender qual caminho faz sentido para o seu perfil.